Já admirava Dona Cesarea mesmo antes de pisar pela primeira vez o solo africano.
Depois de conhecer Angola e os caboverdianos que lá vivem, passei a admirá-la ainda mais.
Ontem, ela partiu pro outro lado.
Com a mesma melancolia delicada e deixando para nós a deliciosa sonoridade que embalou a minha saudade nos 11 meses que vivi em África.
Só por isto, ela já mereceria um lugarzinho bem bacana no céu, como quer que o entendamos.
Que todos os deuses te recebam em paz.

