A situação no Egito está cada vez mais complicada.
Mais de 600 pessoas morreram em confrontos violentos.
O massacre ocorreu depois que forças nacionais invadiram acampamentos da Irmandade Muçulmana que apóia o presidente deposto Mohammed Morsi.
O clima é de tensão pois o governo autorizou o uso de balas de verdade para reprimir as manifestações. Veja aqui.
E o relato desta voluntária da Cruz Vermelha no portal da BBC:
‘O ambiente era desumano, havia cadáveres por todos os lados’
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Hilcelinha, o governo parabenizou o exército pelo massacre. É como se os islâmicos fossem cidadãos de segunda classe. Odeio o fundamentalismo islâmico, mas eles venceram democraticamente a eleição no Egito. O golpe foi um retrocesso imenso.
Também lamento muito esta situação, Paulinho. Os Estados africanos estão mesmo muito longe do de alcançar o Estado Democrático de Direito. Uma pena. Por eles e por nós.