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Genocídio em Ruanda: ex-ministra é condenada


Estou em dívida com os meus seguidores. Faz tempo que não venho aqui…

Tantas coisas aconteceram no universo da diáspora…

Destaco agora a melhor notícia:

O Tribunal Penal Internacional para Ruanda condenou à prisão perpétua a ex-ministra Pauline Nyuramasuhuko por genocídio.

Veja abaixo o que saiu no G1Ç

Ex-ministra de Ruanda é condenada à prisão perpétua por genocídio.


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Ex-prefeito condenado por genocidio em Ruanda*


Tharcisse Renzaho, ex-prefeito de Kigali

Depois do ex-ministro do Interior de Ruanda, Callixte Kalimanzira, 56 anos, ter sido condenado a 30 anos de prisão pelo genocído de 1994, agora é a vez do ex-prefeito da capital do país, Kigali, Tharcisse Renzaho.

Ele foi condenado à prisão perpétua por seu envolvimento nas atrocidades cometidas pelos hutus que assassinaram cruelmente cerca de 800 mil pessoas da etnia tutsi.

Pesam sobre Tharcisse Renzaho cinco acusações, incluindo genocídio, estupro e assassinato.

Preso no Congo em 2002, ele nega ter ordenado que estradas fossem bloqueadas para que tutsis fossem atacados.

Até agora, o Tribunal das Nações Unidas já julgou 39 suspeitos de envolvimento no massacre. Muitos foram condenados.

Clique aqui e saiba mais sobre o genocídio em Ruanda.

*Com informações da AFP e da BBC

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Ex-ministro hutu é condenado


O ex-ministro do Interior de Ruanda, Callixte Kalimanzira, 56 anos, pode até ter pensado que ficaria impune pelos crimes que cometeu em 1994 no seu país.

Mas hoje descobriu que não.

Ele foi condenado a 30 anos de prisão por um tribunal das Nações Unidas que julga supostos mentores do genocídio ruandense.

O motivo?

Requinte de crueldade.

E duas acusações de genocídio e incitamento público e direto a cometer genocídio.

Kalimanzira atraiu milhares de pessoas ao topo de uma colina somente para vê-las morrer.

“Ele encorajou refugiados Tutsi a se reunirem na montanha Kabuye, onde ele sabia que eles seriam mortos aos milhares. Ele abusou da confiança pública de que ele protegeria os refugiados”, disse o juiz Dennis Byron.

Na época, ex-integrantes do exército ruandês e extremistas das milícias hutu mataram milhares de pessoas da minoria Tutsi.

O massacre só terminou quando insurgentes liderados pelos Tutsi derrubaram os extremistas do governo.

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