Assassinato de extremista reacende tensão racial


Eugene Terre’blanche era ultraconservador.

Sempre defendeu o regime do apartheid.

No sábado, foi morto por dois funcionários, a pauladas, na sua fazenda, na África do Sul.

Terreblance, um fazendeiro líder dos africaners, era branco.

Os dois trabalhadores, um de 29 outro de 15, negros.

O motivo?

Dívidas trabalhistas do fazendeiro, garantem as familias dos acusados pelo homicídio.

A questão é que o episódio gerou tensão na África do Sul.

O presidente do país, Jacob Zuma, pediu calma à população.

Mas a oposição acusa o governo de incitar o clima de racismo no País.

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