Arquivo do dia: 23/10/2009

Eiópia: 6 milhões podem morrer de fome


Em 1984, um milhão de etíopes morreram de fome.

Agora, o governo da Etiópia resolveu pedir ajuda ao mundo para evitar que outros 6 milhões padeçam do mesmo mal.

Estas pessoas são vítimas da seca que afeta a região da Eritreia, Etiópia, Djibuti e Somália.

Clique aqui e veja o que diz o jornal O Publico

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A crise, Angola e o Brasil


Esta é para quem pensa em ir a Angola.

Deu no jornal brasileiro Valor Econômico:

Crise angolana atinge empreiteiras

O governo de Angola reconheceu uma dívida de US$ 2 bilhões com empreiteiras

O governo de Angola, dependente em grande parte das receitas com petróleo, reconheceu uma dívida de US$ 2 bilhões com empreiteiras que prestam serviços no país. Além disso, exportadores não conseguem fechar operações de câmbio para repatriar receitas. A situação também afeta empresas brasileiras.

Grandes empreiteiras não comentam o assunto, mas fontes do setor confirmam que estão sem receber desde o começo do ano. Um executivo da área prevê que a construção civil em Angola levará ao menos dois anos para se recuperar e voltar ao ritmo de 2008.

Na Odebrecht, a empresa brasileira com maior presença no país africano, afirma-se que os pagamentos começam a ser retomados e os atrasos não levaram à suspensão de obras – apenas o ritmo de algumas foi reduzido. A imprensa local anunciou 3 mil demissões da construtora, mas, segundo a empresa, parte dos cortes ocorreu porque projetos foram concluídos. A construtora ainda mantém 30 mil pessoas empregadas no país.

E agora, José?

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Mortes na Somalia


Somalia map

Prossegue complicada a situação na Somália.

Pelo menos 24 pessoas morreram ontem quando radicais islâmicos lançaram morteiros em um aeroporto em Mogadíscio, capital do país.

O alvo era o presidente Sharif Sheik Ahmed, que embarcava em um avião.

O ataque gerou um confronto que causou as mortes.

Ahmed não foi ferido e decolou em segurança.

Um grupo rebelde vinculado à Al-Qaeda trabalha para derrubar o frágil governo apoiado pelas Nações Unidas.

A intenção é expulsar os cerca de 5 mil mantenedores de paz da União Africana (UA) no país.

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