Viva o rei


Foi preciso África para firmar a compreensão.

Mas a vida no gueto me ensinou as primeiras letras desta leitura sobre ancestralidade.

Daí que me toca muito a história de Balbino Daniel de Paula, Obarayí, um brasileiro neto de escravos que virou livro, numa história recontada pela jornalista Agnes Mariano.

A publicação traz ainda textos de Aline Queiroz sobre as festas no  Aganju, templo de religião africana fundado por ele em Lauro de Freitas.

A trajetória deste membro da família de Xangô, o rei da cidade africana de Oyó, vive agora em cerca de 600 páginas e mais de mil fotografias na publicação que será lançada em grande estilo na próxima quinta-feira, às 19h, no Palácio da Aclamação, em Salvador.

A história de superações deste afrobrasileiro levado ao Benin, nos anos 70, pelo etnógrafo francês Pierre Verger tem agora este registro patrocinado pela pela Agência Africa, CitéluzMinistério da Cultura, através da Lei Rouanet.

A edição é da Barabô Design Gráfico e Editora.

Salve, Balbino!

Valapena conferir.

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