Médico de Michael estava endividado


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Conrad Murray | Foto:AP

Está com o cardiologista Conrad Murray a chave do mistério que envolve a morte do pop star Michael Jackson, aos 50 anos, de parada cardíaca, na última quinta-feira.

Murray teria ministrado em Michael uma injeção de demerol, medicamento à base de morfina com intensa capacidade sedativa e analgésica.

O intrigante é que Murray deixou a casa do artista logo depois, tendo deixado o próprio carro no local.

Ontem, o reverendo Jesse Jackson, militante na área de direitos humanos que não é parente do artista mas amigo da família,  levantou suspeitas sobre as responsabilidades do médico na morte do astro.

Informações veiculadas pela Associated Press dão conta de que o cardiologista estava mergulhado em dívidas.

A clínica de Murray em Nevada detinha uma dívida calculada em torno US$ 400 mil, decorrente de processos judiciais.

A polícia de Los Angeles, que chegou a apreender o carro do médico, descartou que ele seja arrolado como suspeito.

Michael Jackson era viciado em analgésicos e neste ponto as circunstâncias de sua morte remetem a de outro ídolo, Elvis Presley, ex-sogro de astro pop.

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